Na época de Lutero havia uma tensa limitação na divulgação da Palavra de Deus. Apenas os monges podiam ter acesso e ao povo bastava apenas a reprodução e/ou interpretação desses líderes.
Essa era uma forma de privar o povo do conhecimento pra que fossem facilmente dominados. Na política não é muito diferente, mas a questão principal não é a privação do conhecimento Bíblico e sim do conhecimento como um todo, pois um povo sem conhecimento é facilmente influenciável.
A Bíblia mesmo afirma que o povo é aprisionado, por falta de entendimento (Isaías 5:33) e destruído por falta de conhecimento (Oséias 4:6).
Hoje o cenário é outro. O acesso ao conhecimento é mais fácil, mas as pessoas preferem a acomodação e se permitem conduzir por qualquer um que se professe líder.
Muitos costumam limitar a ação de Deus associando-as a algo místico. A um sonho, a uma revelação, a uma profecia, a visões, a anjos... e a ação de Deus é muito mais simples, mais clara e objetiva, sem exposições mágicas e sobrenaturais.
Muitos crêem nesses espetáculos todos porque nos tempos de Adão, Noé, Moisés... Deus falava por sinais e pelos profetas, mas hoje Deus fala de maneira simples, através de Cristo que é a Palavra (Hebreus 1:1). Tudo que era pra ser revelado está na Bíblia. Deus não é limitado, porém a época em que falava através de jumentos já passou (Números 22:28).
As pessoas dão crédito a qualquer coisa sem antes provar se procede mesmo de Deus (I João 4:1). Alguns não comprovam por preguiça, outros por medo de estarem pecando, se rebelando contra seu líder ou contra Deus. Porém pecar contra Deus é aceitar qualquer influência. Deus é o primeiro a nos incentivar a buscar o conhecimento (Provérbios 4:7).
Os tais representantes usam a inspiração Divina e o poder de Deus como justificativas de todo esse ato profético e deixam de instruir e incentivar o povo a pensar, a não aceitar qualquer tipo de “revelamento”.
O que adianta ter tanta “manifestação” do poder de Deus se no coração só há disputas e intolerância? Do que adianta pregar o amor e união se pra esconder as próprias fraquezas o mais conveniente é apontar os erros dos outros? Se pra se justificar a primeira coisa é atacar?
Talvez o mais fácil seja mesmo usar o nome de Deus que é inatingível pra não ser atingido.
Propagar o sobrenatural é contagioso, mas promover o conhecimento é ameaçador. Foi assim na história antiga e é assim na história contemporânea, a diferença é que hoje as pessoas têm a liberdade do Evangelho como opção, mas muitos preferem viver presos, movidos por qualquer vento de doutrina (Efésios 4:14).

A Bíblia mesmo afirma que o povo é aprisionado, por falta de entendimento (Isaías 5:33) e destruído por falta de conhecimento (Oséias 4:6).
Hoje o cenário é outro. O acesso ao conhecimento é mais fácil, mas as pessoas preferem a acomodação e se permitem conduzir por qualquer um que se professe líder.
Muitos costumam limitar a ação de Deus associando-as a algo místico. A um sonho, a uma revelação, a uma profecia, a visões, a anjos... e a ação de Deus é muito mais simples, mais clara e objetiva, sem exposições mágicas e sobrenaturais.
Muitos crêem nesses espetáculos todos porque nos tempos de Adão, Noé, Moisés... Deus falava por sinais e pelos profetas, mas hoje Deus fala de maneira simples, através de Cristo que é a Palavra (Hebreus 1:1). Tudo que era pra ser revelado está na Bíblia. Deus não é limitado, porém a época em que falava através de jumentos já passou (Números 22:28).
As pessoas dão crédito a qualquer coisa sem antes provar se procede mesmo de Deus (I João 4:1). Alguns não comprovam por preguiça, outros por medo de estarem pecando, se rebelando contra seu líder ou contra Deus. Porém pecar contra Deus é aceitar qualquer influência. Deus é o primeiro a nos incentivar a buscar o conhecimento (Provérbios 4:7).
Os tais representantes usam a inspiração Divina e o poder de Deus como justificativas de todo esse ato profético e deixam de instruir e incentivar o povo a pensar, a não aceitar qualquer tipo de “revelamento”.
O que adianta ter tanta “manifestação” do poder de Deus se no coração só há disputas e intolerância? Do que adianta pregar o amor e união se pra esconder as próprias fraquezas o mais conveniente é apontar os erros dos outros? Se pra se justificar a primeira coisa é atacar?
Talvez o mais fácil seja mesmo usar o nome de Deus que é inatingível pra não ser atingido.
Propagar o sobrenatural é contagioso, mas promover o conhecimento é ameaçador. Foi assim na história antiga e é assim na história contemporânea, a diferença é que hoje as pessoas têm a liberdade do Evangelho como opção, mas muitos preferem viver presos, movidos por qualquer vento de doutrina (Efésios 4:14).



0 comentários:
Postar um comentário